Um desabafo contundente nas redes sociais da advogada Marina Belandi acendeu um alerta vermelho sobre a segurança de mulheres advogadas e a ousadia do crime organizado no Acre. Em um relato de “denúncia e resistência”, Marina descreve ter se tornado alvo de criminosos dentro de uma delegacia, enquanto tentava proteger uma cliente vítima de extorsão.
O Crime dentro das Instituições
O episódio, que Marina classifica como um “retrato de um sistema onde o crime desafia as instituições”, ocorreu no momento em que a advogada acompanhava uma cliente exaurida por meses de ameaças. Segundo o relato, nem mesmo a presença da autoridade policial intimidou o agressor, cujas mensagens e ligações continuavam chegando de forma ininterrupta.
Ao assumir a interlocução técnica, a advogada passou de defensora a alvo. Marina relata ter sido confrontada com:
Ameaças diretas: O agressor afirmou pertencer a uma organização criminosa e citou o endereço residencial da advogada.
Misoginia: Tentativas de invalidar sua atuação profissional, com o agressor exigindo falar com “um homem” e chamando-a de “louca”.
“Não Recuaremos”
Para a advogada, o ataque não é apenas pessoal, mas uma tentativa de silenciar o gênero feminino em espaços de defesa. “O recado do crime é claro: eles querem que as mulheres recuem. Querem que tenhamos medo de ocupar espaços de proteção”, afirmou em seu texto.
Cobrança por Proteção Escrita
A denúncia termina com um apelo direto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e aos órgãos de Segurança Pública. Marina Belandi enfatiza que a violência contra a mulher advogada possui nuances específicas de ódio que precisam ser combatidas com rigor institucional, para que o exercício da profissão não custe a vida ou a liberdade.
Dicas para a edição do vídeo no Instagram:
Como você costuma usar elementos visuais dinâmicos, aqui estão algumas sugestões para acompanhar esse texto:
Headline de impacto: Use um fundo vermelho com texto branco (Notebook de Justiça): “ADVOGADA SOB ATAQUE” ou “CRIME DESAFIA OAB NO AC”.
Destaque em Aspas: Durante o vídeo da Dra. Marina, coloque legendas flutuantes com as frases mais fortes, como: “Fui chamada de louca e recebi ameaças no meu endereço.”
Prints Técnicos: Se ela autorizar ou se estiver no vídeo, mostre rapidamente o texto do desabafo com um efeito de “zoom in” nos pontos onde ela cita a organização criminosa e a misoginia.